Por: Milton Paiva
Um Dirigente jovem não é apenas uma questão de idade, é um estado de espírito, uma atitude perante o tempo. Representa uma geração que já nasceu global, digital, inquieta e consciente de que o poder, hoje, não se exerce apenas de cima para baixo, mas em rede, com empatia e propósito.
Um Dirigente jovem é um líder que escuta o ritmo da rua, entende o pulso das ilhas e fala a linguagem dos novos tempos.
Não tem medo de reformar, de questionar, de abrir as janelas da República para o vento fresco das ideias.
É educado na transparência e não na tradição do segredo. Prefere o debate aberto à reunião fechada, o diálogo ao decreto, o “nós” ao “eu”.
Entende que o poder não é privilégio, mas serviço e responsabilidade.Não promete o impossível mas faz com criatividade e coragem.
Um Dirigente jovem sabe usar a tecnologia como ponte e não como muro. Transforma redes sociais em redes de cidadania. Fala com o agricultor, o estudante, o emigrante e o empresário no mesmo tom de respeito e esperança.Sabe que governar um País arquipelágico é ligar pessoas e sonhos, não apenas ilhas e estradas.Mas o que mais distingue um Dirigente jovem é o sentido de urgência.
Ele sabe que o tempo da juventude é curto, e que o futuro não espera. Por isso, age. Experimenta. Inova.Não por vaidade, mas por dever com a geração que vem atrás, e com a que confiou nele para abrir caminho.O Dirigente jovem é o símbolo de uma República viva, plural e audaz.
Um Dirigente que não teme o amanhã, porque acredita que o amanhã é agora.E quando Cabo Verde tiver a coragem de integrar no leme esse espirito, não pela idade, mas pela visão, então, talvez, o arquipélago encontre a sua nova rota: uma Nação em movimento, guiada pela energia do presente e pela esperança de um futuro que já começou.
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